Rodoviária
Quão pouca gente há nesse lugar lotado.
Todos são potencialidades de humanidade.
Vão, voltam, tornam a ir; para onde?
Não sei.
Mas vejo.
Vão para os guichês,
Vão para as lanchonetes,
Para o telefone.
Mas continuo não vendo para onde vão.
Desço as escadas.
Mais gente, muita fumaça.
Ônibus ligados.
Destino: vários, vejo.
Mas continuo a não saber para onde vão.
E o pior, acho que também não são,
Foram feitos;
Não tenho certeza,
Mas vejo.
03/02/2007
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário